Theresia: Dear Emile [Preview]

Querida Emile…

E aí, todo mundo curtindo o Halloween? A equipe do Neruki-ya certamente está! Em comemoração a data, apresento a vocês, queridos leitores, mais um jogo de terror/survival para aqueles que desejam curtir a noite a la mode. Dessa vez, um título consideravelmente desconhecido e bastante peculiar: Theresia: Dear Emile, ou apenas Theresia para os mais íntimos. Publicado em 2008 pela Aksys Games  (999: Nine Hours Nine Persons Nine Doors) e desenvolvido pela WorkJam, Theresia chama a atenção por ser um dos poucos títulos adultos, classificado para idades maiores de 15 anos, para o Nintendo DS e DSi. À época de lançamento, o título não impressionou a grande massa — o que não é propriamente raro em se tratando de jogos que sobrepõe historia a gameplay e gráficos — e caiu na obscuridade. Injustiça? Isso depende. Theresia de certo não é um jogo para as massas — direcionado para um público bastante específico, o título possui certas particularidades que só bons apreciadores de historias podem de fato contemplar. São esses apreciadores — e considero-me parte desta estirpe — que verão em Theresia mais do que um bom jogo, uma historia perturbadoramente bela sobre a mais obscura forma de amor: o obsessivo.

Cheirava a sangue… era vermelha como sangue…

Theresia começa com o despertar de uma jovem em um quarto escuro e soturno. Ela, como de praxe, de nada se lembra; nem ao menos de seu nome, ou de seu rosto. Esta jovem é a protagonista, e o jogador toma controle dela logo ao fim da cena inicial. Você, por ver o mundo com os olhos dela, sabe tanto sobre ela quanto ela mesma — ou seja, não sabe nada. Não sabe qual sua aparência ou onde está — sabe, entretanto, que este lugar não é seguro e que terá de encontrar alguma saída o quanto antes; perigosas armadilhas espreitam cada canto do que ela descobre, ao sair do quarto, ser apenas o porão de um complexo enorme, abandonado e sombrio. Sua única dica, a palavra “Theresia”, escrita com o que parece ser sangue em uma folha de papel. Sua única esperança, evitar as perigosas armadilhas que a cercam, meticulosamente escondidas, e ascender para sua prometida liberdade. E, no meio de tudo isso, fragmentos de memórias perdidas, espalhados pelos corredores e quartos que aguardam sua visita, esperando para serem recuperados.

Maylee, você acredita no amor…?

Theresia possui duas diferente formas de jogabilidade: exploração e investigação. No modo de exploração, o jogador locomove-se pelos corredores 3D que formam o complexo em que a confusa protagonista está presa. Neste modo, ícones aparecem sobre objetos com que o jogador pode interagir, como portas. Para interagir com esses ícones, basta tapeá-los com o stylus. Também é possível andar com o stylus, tapeando as setas na tela sensível para indicar a direção. Sempre que o jogador entrar em um quarto, o modo automaticante muda para investigação — neste modo, o jogador deve explorar uma bela ilustração do quarto em que tiver entrado para encontrar itens e resolver puzzles. Embora neste modo o jogador não possa mover-se, ele é muito mais interativo do que o modo de exploração: a protagonista pode olhar, tocar, e usar itens que já tenha em seu inventório em si mesma.  Para olhar e tocar, basta arrastar, com o stylus, os ícones em forma de olho e mão do menu para o local da ilustração que deseja-se investigar. Para usar itens, basta arrastá-los do inventório para o ícone em forma de um perfil feminino entre a barra de vida e os ícones em forma de olho e mão, no menu. Pode soar confuso, mas de fato, não é. Em ambos os modos, o jogador conta com um mapa do andar em que estiver na tela superior do DS. Interessante notar que, embora todas as ações possam ser realizadas com o stylus, podem ser, também, realizadas com os botões do DS.

Amor…? Não fale besteiras.

Mas este não é um jogo de pura exploração. Bem, é, mas com um porém: armadilhas. Armadilhas são a grande alma da gameplay de Theresia, por assim dizer. Você encontrará armadilhas apenas no modo de investigação, mas a quantidade em que elas aparecem fazem este “apenas” pouco valer. Todos os quartos do complexo que você explora durante o jogo estão armados até a boca com armadilhas de todos os tipos — maçanetas eletrizadas, gavetas cheias de agulhas pontiagudas, o objeto mais inocente pode provar-se uma experiência dolorosa. Olhar antes de tocar ajuda, mas faz pouco: detectar armadilhas não é o forte da encurralada protagonista. Você possui uma barra de vida, disposta no menu; algumas armadilhas tiram muita vida, outras pouca, mas apalpar seus arredores cegamente certamente não trará à protagonista sua almejada liberdade. Ou sim, de certa forma — quando a barra de vida se esgotar, será Game Over para você e a jovem que controla. Qual a solução, neste caso? Ao decorrer do jogo, você encontrará itens escondidos nos quartos que explorar que lhe serão muito úteis: elixires, para recuperar vida, e 2×4, pedaços de madeira com que a protagonista pode cutucar cantinhos que você acredite serem suspeitos e, dessa forma, detectar armadilhas escondidas (os 2×4 se quebram e são descartados após cada uso). Estes itens são, porém, bastante limitados; o jogo quer que você explore, mas também quer que você pense: nem todos os puzzles são óbvios, muitos são difíceis e outros tantos fazem pouco sentido, mas vários podem ser completados com pura lógica. Se não souber o que fazer em seguida e precisar de uma ajudinha, pode usar o amuleto da protagonista, disposto no inventário logo ao início do jogo: use-o nela e receba uma dica sobre o curso de ação. Ah, a propósito — há muito backtracking, e o complexo é de fato enorme… você não voltará a jogar este jogo tão cedo após completá-lo.

Mesmo se eu matar você…

Mas gameplay não é, definitivamente, o que Theresia faz de melhor. Mais do que libertar a protagonista de um lugar terrível, o verdadeiro objetivo do jogo é colecionar suas memórias perdidas e pagar sangue como preço por elas. Páginas de diários de diferentes pessoas estão espalhadas por todo o complexo, e cada uma delas despertará fragmentos de um passado dormente na jovem que você controla. O jogo é todo construído com palavras, acima de tudo, e isso não aplica-se apenas à história principal — cada diferente interação, seja ela simples ou complexa, é seguida de um texto detalhado descrevendo as ações e sentimentos da protagonista. Ler todo o conteúdo textual do jogo é importantíssimo para apreciá-lo de fato. E há muito, muito conteúdo textual — estimo 15 horas de jogo para um jogador de primeira viagem. Isso sem contar o conteúdo bônus, é claro, ao qual o jogador ganha acesso depois de completar o jogo uma primeira vez; parte desse conteúdo bônus é um segundo jogo que se estabelece individualmente e tem inclusive um nome próprio — Theresia: Dear Martel — mas que não deixa de ser um apêndice do primeiro. Dear Martel usa a mesma mecânica de Dear Emile, mas personagens e cenários não são os mesmos. Este jogo é, entretanto, muito mais curto que o primeiro, e a historia tem muito menos força — ela serve, entretanto, como uma base que molda e dimensiona o universo da primeira.

Você pertencerá a mim… para sempre…

Eu gosto de Theresia. Gosto mesmo. A atmosfera sombria, as belas imagens — Theresia é um jogo artesanal e muito bonito. E a historia, tecida pelas delicadas relações entre personagens frágeis e complexas, assombra e encanta aqueles que param para de fato escutá-la — que apreciam suas nuances, suas minúcias. O elemento “terror” de Theresia transcende os sustos baratos e os elementos sobrenaturais — o sentimento depressivo e sufocante, quase claustrofóbico, que paira sobre o jogador pela duração do jogo, é o que verdadeiramente dá ao título o direito de sustentar essa classificação. Se o seu estilo de survival for algo paralelo a títulos que seguem a linha Resident Evil de terror, passe longe de Theresia. Se você for do tipo que acha textos em jogos um aborrecimento — ou, para ilustrar, se até hoje você não faz ideia o que cargas d’água o Professor Carvalho diz na introdução de Pokémon Red/Blue/Green/Yellow — igualmente. Mas se você, assim como eu, aprecia o valor de uma boa historia… dê uma chance a Theresia. Se persistir, garanto que será bem recompensado/a.

Por Rika

Feliz Halloween!

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Demonophobia [Review]

Tentáculos e garotinhas, já sabemos no que isso vai dar…

Nem todos os jogos foram feitos para serem jogados. Alguns por serem muito ruins, outros por simplesmente não se adequarem bem a esse tipo de formato. Demonophobia se enquadra em ambos esses casos: enquanto poderia servir muito bem a seu público alvo em outro tipo de mídia, como jogo, a experiência que Demonophobia proporciona simplesmente não é satisfatória. Interessantemente, este é um dos poucos títulos em que morrer é, de fato, muito mais recompensador do que viver — isso se porngore for a sua praia, é claro.

Não é difícil prever o que acontece em seguida…

O jogo conta a historia de Sakuri, uma colegial comum que, após performar um ritual satânico para vingar sua família, acorda no inferno. A partir daí, você toma controle dela — seu objetivo? Escapar do inferno com vida. O jogo é um 2D side-scroller meio labiríntico com alguns poucos elementos de puzzle e até combate. Sakuri é, entretanto, bastante vulnerável — você vai passar grande parte do jogo correndo e desviando de inimigos, já que, na maior parte do tempo, não há nada que ela possa fazer contra eles. A principal atração do jogo não é a gameplay, entretanto: se Demonophobia tivesse outro nome, seria “Mil e uma formas cruéis de se matar uma colegial japonesa bonitinha”. O título é bem conhecido por suas polêmicas sequências animadas, perturbadoramente sádicas, longas e detalhadas; Sakuri pode morrer de dezenas de diferentes maneiras, e mais do que escapar do inferno, é possível dizer que o verdadeiro objetivo do jogo é assistir a todas elas. O que o jogo quer é, de fato, chocar — e isso ele consegue com bastante eficácia.

Pyramid Head, Lucifer, Butcher, Pride… e a quantidade de formas que esse respeitável senhor pode matar a pobre Sakuri ainda supera a quantidade de nomes.

A atmosfera que o jogo estabelece logo de início é uma das poucas coisas que ele faz surpreendentemente bem. O objetivo principal — escapar do inferno com vida — soa quase ridículo por si só. Considerando-se a protagonista uma coitadinha assustada, em mui tenra idade e sem quaisquer meios de defesa, de ridículo, ele passa a rizível. O jogador já sabe que Sakuri não tem mais salvação do momento em que toma controle dela. Mas, mesmo que por mórbida curiosidade, continua jogando, se não apenas para saber que destino aguarda essa pobre alma; de fato, uma forma de apresentação inovadora e única. Entretanto, os problemas não tardam a aparecer — Demonophobia é, diga-se de passagem, bastante monótono. A mecânica é simples e repetitiva, e os controles não colaboram. Sakuri tem a estamina de uma senhora asmática de 150 anos, e se não está correndo, é tão veloz quanto uma lesma paraplégica. Com uma única exceção, os puzzles são tudo menos elaborados — pegue o cristal e insira no buraco, abra a porta com a chave. Os mapas podem parecer confusos a princípio, mas são, na verdade, bastante simples e sem muitos desvios a serem explorados. Essa dinâmica permanece a mesma até a última fase — pegue chaves, abra portas, colecione poções, evite armadilhas, desvie de inimigos — e não demora a perder a graça.

Um aliado…?

A verdade é que, passados os cinco primeiro minutos, Demonophobia deixa de ser um jogo prazeroso. Entretanto, como já dito, o título não aposta na gameplay. Para um jogo de seu tamanho, Demonophobia possui uma diversidade bastante considerável de mortes para nossa pequena Sakuri; todas, digamos, um tanto quanto… criativas. E se a gameplay torna-se cansativa cedo demais, ver a amedrontada protagonista sofrer nunca fica entediante de fato. Entretanto, o desenvolvedor não faz bom uso dessa qualidade e não a aproveita em todo seu potencial. O jogo usa uma dinâmica de tentativa e erro: para um jogador de primeira viagem, é impossível detectar grande parte das armadilhas, e com exceção de uma, todas causam morte instantânea. Isso acaba tornando-se meio frustrante depois de um tempo, pois como os saves são feitos por meio de checkpoints, o jogador se vê forçado a repetir certas sequências de ação sempre que morrer — uma “penalidade”, de certa forma, incoerentemente aplicada já que não há outros motivos para jogar Demonophobia que não colecionar mortes. Além disso, o jogo não é, de forma alguma, fácil — na verdade, as duas batalhas finais beiram o impossível. O HP de Sakuri não tampa cárie de dente, e as batalhas de chefes de final de fase requerem reflexos rápidos que os controles desengonçados, por falta de melhor palavra, não podem proporcionar; acessar o menu de itens não pausa o jogo, a propósito, e as raras armas todas possuem cooldown. Embora essas batalhas tenham lá suas sequências de mortes especiais, vê-las repetidas vezes acaba, inevitavelmente, caindo no entediante; o que o jogo faz de melhor, ele desconstrói com esse sistema — falacioso, diga-se de passagem — de combate.

Onee-chan… ♥

Historia e personagens não compensam o que o jogo faz de errado, mas também não prejudicam-no. Antes da batalha final, um artifício interessantíssimo usado pela historia sobre a mecânica do jogo é revelado; esse é, entretanto, o único momento em que ela de fato brilha. Sakuri, a protagonista, é bastante unidimensional — o repertório dela raramente vai além dos “Hiii”s e “Aaah”s –, mas como culpá-la por isso? Afinal, ela é uma colegial indefesa perdida no meio do inferno — é até possível dizer que ela possui coragem recomendável, dadas as circunstâncias. Mas isso não é o bastante para deixá-la interessante, infelizmente; digna de pena, no máximo. Os visuais, por outro lado, fazem uma diferença significante — o esperado de um jogo cujo principal objetivo é chocar. Sakuri é muito bonitinha, se não loli demais para conforto. Sua imagem constrasta bem com o mundo deformado e perturbador a sua volta; os inimigos são repugnantes e grotescos, e o gore, suficientemente revoltante. Os backgrounds, entretanto, não impressionam. Além disso, o jogo não possui som algum — que diferença sons não fariam, especialmente durante as sequências gore? Outro resquício da falta de vontade do programador é o recurso de pausa, acionada com a tecla “P” — mesmo com a janela diminuída, apertar “P” novamente despausa o jogo, e daí, quaisquer teclas apertadas afetam-no também. Uma falta leve, mas importuna mesmo assim.

Essa é uma excelente pergunta, senhorita.

Demonophobia é um jogo difícil, repetitivo e cansativo. Não fosse o gore e eventual gorerape, não haveria porque jogar. Imageboards fazem o trabalho desse título de forma muito mais eficiente. Entretanto, o jogo definitivamente consegue prender a atenção do jogador, seja ele simpatizante de porngore ou simplesmente curioso. Se Demonophobia despertar sua curiosidade, não sinta-se culpado — afinal, é difícil não sentir atração pelo grotesco, pelo perturbador. Desde que jogado pela satisfação dessa curiosidade, Demonophobia é, sejamos francos, bem satisfatório — afinal, é um jogo de fato criativo e chocante. De qualquer outra forma, esse jogo não tem condições de proporcionar uma experiência realmente prazerosa. Se a premissa não conseguir apelar nem à sua curiosidade… bem, fuja desse título.

Apresentação: 2/5

Gameplay: 1/5

Historia e Personagens: 2/5

Gráficos: 3/5

Som: 0/5

Nota: 3/10

Para jogar, faça o download do jogo no seguinte website:

http://www.mediafire.com/?2dqlwnv22mc
Jogo recomendável para idades acima de 21 anos.

Por Rika

Kokoro Connect [Anime/Light Novel]

Post atrasado devido à problemas técnicos assim como os da Punch! Tipo esse…
 Mas hoje eu decidi falar sobre Kokoro Connect! a light novel é obra de Sadanatsu Anda com belas ilustrações de Yukiko Horiguchi que recebeu a sua (até o momento) ótima adaptação em anime que conta com 12 episódios até agora, tem no mínimo mais 5 na lista e eu realmente queria mais alguns episódios aí…e espero as outras temporadas pois até o momento o anime retrata 3 das 9 light novels então tem muita coisa ainda.

Himeko mostrando quem é o cara!

Himeko: Te sento a vara, moleque baitola! -Q
(Yune manja das piadas -n)

A estória gira em torno de um grupo de amigos que fazem parte de um clube cultural do ensino médio.
Taichi Yaegashi, um fã de luta livre e Wrestling que se uniu com outros quatro amigos para formar o tal clube já que a escola não tinha exatamente o que ele queria.
Iori Nagase, presidente do clube e é da mesma turma de Taichi e Inaba ela é o elemento comédia do grupo e está sempre de bom humor, assim como Taichi ela formou o clube por não encontrar o que queria…
Himeko Inaba, vice-presidente do clube e praticamente o elemento sério do grupo Himeko Inaba aparenta ser direta, paciente e controlada mas pode se irritar e se tornar completamente violenta sempre que necessário.
Yoshifumi Aoki, melhor amigo do Taichi e sempre tentando não ser muito sério e sim mais amigável, ah e também demostra descaradamente seu grande amor pela Yui. Mesmo que isso não seja lá muito inteligente as vezes…
Yui Kiriyama, última integrante do clube pelo mesmo motivo de Taichi e Iori, adora coisas fofas e toda aquela “cultura kawaii”, mas ainda sim é faixa preta em Karatê (õ/) e vive constatemente tendo que aturar Aoki em sua turma, clube, vida e afins.

Taichi->Iori->Aoki->Yui->Inaba.

A trama se desenvolve com estes personagens devido a um incidente bastante curioso e incomum onde uma entidade chamada “Semente de Coração” decide se divertir com este grupo de amigos e ver como eles se comportam diante do seu experimento e algumas digamos…travessuras.
O primeiro evento feito pela entidade é uma troca de corpos onde os cinco amigos trocam involuntáriamente de corpos durante um certo período de tempo mas nada é certo ou segue um padrão. Então básicamente esta entidade tem o poder de fazer e manipular várias coisas e decide observar os cinco amigos e como as suas atitudes e decisões podem mudar conforme os eventos que ele cria.

NomeCorpo(NomeMente)

Inaba(Taichi), Yui(Aoki) e na porta estão Taichi(Inaba) e Aoki(Yui)

Com essa nem tão breve sinopse e introdução sem spoilers eu deixo aqui a minha indicação para um ótimo anime dessa temporada e uma ótima leitura caso você seja um bounty hunter e encontre as LN em inglês ou em japonês para download (ou more no japão e está de bobeira aqui). E não posso deixar de dizer os motivos de eu ter me apaixonado pela obra.
Primeiro, tem uma boa trama e está muito bem escrita além de possuir ótimos personagens com muita criatividade e bem mais profundos do que aparentam.
Segundo por conter elementos diversos bem definidos como suspense, comédia, romance e bem, quem sabe o que mais pode vir nas outras temporadas e LN?
E por fim, lógico que se você leu o post de Moyashimon então já deve ter ligado os pontos e pensado que cinco amigos trocando de corpo/mente com dois garotos e três garotas sendo que já tem um casal forçado na sinopse certamente dá brecha para duas coisa maravilindas, yaoi e yuri! com voyeurs!! além de cenas bizonhas, claro!Fujishima, Inaba e Taichi

Isto pode ou não ser um engano, um spoiler, o começo de uma bela amizade ou de um grande problema ou apenas uma cena que eu achei engraçada e bonita.
(Ah e isso é do mangá porque eu achei mais legal assim ‘-‘~)

Por Yune.

Madoka Online Parte I [Tutorial]

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Se você curte Mahou Shoujo Madoka☆Magica, deve saber que, tanto oficialmente quanto extraoficialmente, foram lançados, desde o primeiro broadcast do animê, uma penca de produtos relacionados a ele. Deve saber também que, para sua infelicidade, a maioria desses produtos é inacessível ao público ocidental, por conta da barreira linguística. Mas sem pânico! Esta humilde autora que vos fala também é fã de carteirinha de Madoka, e está super disposta a socorrer seus parceiros no crime. Por isso, este post é um tutorial de como se jogar Madoka Online — um jogo multi-player de browser com elementos de RPG, protagonizado pelas nossas queridas garotas mágicas — sem saber um nada de japonês!

Antes de tudo, o site do jogo é este:

http://mm.my-gg.com/

Mas antes de jogar, você precisa fazer uma conta! Para isso, acesse este site:

https://members.my-gg.com/do/regist/mail/form

Coloque seu e-mail na lacuna e clique no botão laranja. Acesse sua caixa de entrada e deverá ter recebido um e-mail de confirmação! Clique no primeiro link disposto no e-mail.

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O link do e-mail levará você para a página de preenchimento de dados:

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Em GG ID, você deve digitar o seu nome de usuário, e logo abaixo dele, na lacuna com as bolinhas, sua senha. Essas são as informações que você fornecerá ao site sempre que quiser acessar sua conta, então guarde-as com cuidado! No nome de usuário, você só pode utilizar caracteres alfanuméricos, e ele deve ter entre 4 e 20 caracteres. Na senha, você deve fazer uma combinação de números, letras e símbolos — além disso, ela tem que ter entre 8 e 40 caracteres. Ou seja, um nome de usuário válido seria Nerukiya, e uma senha válida seria riak2yuen*. Ah, não podem haver nomes de usuário repetidos, então use um bem criativo! Na segunda lacuna com bolinhas, simplesmente repita sua senha. Em seguida, você deve colocar a data do seu aniversário. A configuração é Ano – Mês – Dia; ou seja, no print, a data é 15 de Setembro de 2012. Depois, escolha seu sexo — a opção marcada no print significa mulher (女性). O próximo dado é a sua ocupação. Você pode colocar qualquer coisa aqui; de qualquer forma, a opção marcada no print significa estudante (学生). Em seguida, o lugar onde você mora — você não mora no Japão, imagino, então, assim como no dado anterior, marque qualquer coisa — a propósito, a opção marcada no print significa Tóquio. As duas últimas são fáceis; na penúltima, marque a opção disposta no print se não quiser receber novidades do site Online Game Portal em seu e-mail — imagino que não queira, especialmente porque as tais novidades estarão todas em japonês. Na última, por fim, clique na caixinha para afirmar que leu os Termos e Condições. Você está mentindo, mas se não lê nem em português, quanto mais em japonês!

Clique no botão laranja embaixo do formulário, e se você ver uma página com o banner do jogo, parabéns, você está registrado! Se a página simplesmente tiver atualizado, isso significa que você preencheu algum dos dados errado — leia atentamente o parágrafo acima e corrija-o! Se você for enviado para uma página sem o banner do jogo, mas diferente da página do formulário, isso significa que a sua sessão expirou — ou seja, você demorou muito para preencher os dados. Você vai ter que dar seu e-mail novamente para receber um novo e-mail de confirmação!

Enfim, assumindo que você tenha conseguido, clique no banner ou copie no seu browser aquele primeiro link que eu passei, no início do post. Você provavelmente já estará logado em sua conta. Entretanto, daqui em diante, precisará logar manualmente — por isso, vamos já aprender como fazer isso! Embaixo do círculo colorido dizendo “Game Start”, que eu sei que você está se coçando pra não clicar, há um botão azul marinho. Clique nele para sair de sua conta.

A página vai atualizar, e agora, ao invés do botão azul marinho, embaixo de “Game Start” você verá dois botões, um marrom e um verde. Clique no botão marrom sempre que quiser logar.

Você será enviado para uma nova página:

Coloque seu nome de usuário no local indicado e sua senha na lacuna com bolinhas. Clique no botão azul marinho ao lado do mini-formulário e será reenviado para a página principal do jogo, agora logado.

Bom, você já tem uma conta e está pronto para jogar! No próximo post, veremos um pouco da mecânica básica do jogo, como passar por labirintos, lutar contra Bruxas e fazer sua personagem.

Até lá!

Por Rika

Moyashimon[Anime]

Tales of Agriculture

Iniciando os posts sobre animes, Moyashimon.

Moyashimon é uma série e mangá criada por Masayuki Ishikawa, publicado na revista Evening des de 2004, em 2008 ganhou o Prêmio Cultural Osamu Tezuka na categoria principal e infelizmente o mangá ainda não foi adaptado ou publicado no Brasil…
Mas este post é sobre o anime feito pela Shirogumi Inc. em parceira com a Telecom Animation Films que é uma adaptação em 11 episódios exibida de outubro a dezembro de 2007.

Yuruu

Tadayasu e seu desanimo rotineiro com os micróbios…

Tadayasu Sawaki é um jovem que foi obrigado pela família de agricultores à entrar na maior universidade de agricultura de Tóquio, junto com seu amigo de infância Kei Yuki eles iniciam a vida de universitários e são direcionados pelo professor Itsuki Keizu, por indicação do avô de Sawaki. Itsuki Keizu é um especialista em fermentação e decomposição e o pedido do avô de Sawaki é perfeito para Itsuki pois Tadayasu Sawaki tem a incrível (e estranha) habilidade de enxergar micróbios e bactérias a olho nú e até mesmo se comunicar com eles.

Tadayasu e Yuki /o/

Juntos Tadayasu, Yuki, Itsuki e a estudante em pós graduação Haruka Hasegawa formam o grupo de pesquisa sobre fermentação, fazendo horas complementares nos laboratórios de fermentação e com aulas um tanto diferentes do professor Itsuki…
Durante os episódios mais personagens são apresentados e uma pequena trama se desenvolve.

Hasegawa realmente sabe disciplinar os alunos enquanto o professor Itsuki está fora do laboratório >:D

Confesso que quando assisti o primeiro episódio eu fiquei um tanto perdido, não sabia o que pensar do anime nem fazia idéia de que rumo ele poderia tomar, também é interessante dizer que eu só me interessei porque tinha as tags:’Yuri’ e ‘Yaoi’ e que quando vi isso eu simplismente fiquei maluco e baixei todos os episódios de uma vez, em hd.
Se tem uma boa palavra para definir Moyashimon seria “Criativo” pois é exatamente isso que o anime é em cada episódio, em cada piada e na maioria dos diálogos do protagonista e seus inicialmente indesejáveis companheiros. Os personagens também são bem interessantes, eu daria um destaque para Haruka Hasegawa e Yuki Kei que realmente roubam a atenção em qualquer episódio.

Disciplina, nada mais. e_e/

Inicialmente o anime tem um visual que chega a enganar algumas pessoas por ter várias criaturinhas fofinhas ou estranhas (como na primeira foto) passeando pela tela com vozes engraçadas e com diálogos imprevisíveis com Tadayasu mas quanto mais o anime se desenrola o tempo simplismente acelera de uma maneira inacreditável tanto nos episódios quanto para quem assiste, eu assisti o anime completo tão rápido que não faço idéia de tempo, apenas terminei e olhei o relógio querendo que tivesse mais alguns episódios daquela incrível e divertida estória e seus personagens carismáticos e criativos…

Eu gosto dessa cena. :B

E bem, é isso. Tentei trazer a sinopse e uma análise muito por alto para evitar spoilers desse anime que com certeza vale a pena conhecer. Não é um anime exagerado apesar das altas doses de comédia em certos episódios e nada agressivo apesar de conter sim yaoi e yuri. Também devo comentar que recentemente uma segunda temporada começou a ser exibida, Moyashimon Returns que traz mais personagens e uma aventura bem inusitada para Tadayasu e Hasegawa e quem sabe o que mais tem por vir desse autor?

Por Yune.

Ib [Preview]

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Rosas são vermelhas, violetas são azuis…

Estreando o blog, Ib, um jogo independente e completamente grátis produzido pelo autor desconhecido kouri para o PC. Feito no RPG Maker 2000, os gráficos de Ib não impressionam; pelo contrário, ver algumas print screens do jogo pode fazer você pensar duas vezes antes de testá-lo. Entretanto, como diz o velho ditado, quem vê cara não vê coração — e é fato que o coração de Ib não está nos gráficos. Pelo contrário, em certo ponto você se verá tão imerso no universo do jogo, que quase se esquecerá que todo esse universo é construído em pixels. Com uma gameplay curta, de aproxidamente duas horas e meia com todos os finais incluídos, se não pelo jogo em si, Ib valhe a pena só pela experiência — especialmente se você, assim como eu, gostar de jogos de terror, puzzles originais e, acima de tudo, uma boa história.

Venha, Ib…

O jogo começa aparentemente inofensivo: Ib, Eve, ou seja lá como você prefira pronunciar, é uma menininha de nove anos que vai com os pais à galeria de arte. Depois de um pouco de exploração, ela se depara com uma obra intrigante — alguns momentos de observação e, de repente, apagam-se as luzes. Ela procura pelos pais, mas logo descobre que está sozinha — todos sumiram. Como se isso já não fosse perturbador o bastante, as obras de arte que a cercam começam a, aparentemente, criar vida — o quadro de um homem tosse, o quadro de um gato mia. Essa excelente cena de abertura é definitivamente o que puxa o jogador ao jogo, assim como o quadro puxa Ib para dentro da mente de um artista perturbado; o silêncio, cortado apenas pelo som de passos ao fundo, e os acontecimentos inusitados aqui e ali, como uma sombra passando na janela, constroem uma atmosfera de verdadeiro suspense.

Tio Chico, é você?

O jogo realmente começa, entretanto, quando Ib recebe sua rosa, que representa sua vida, sua energia, dentro deste novo, aterrorizante mundo. Não anime-se; o jogo não baseia-se em combates, mas na solução de diversos puzzles, nenhum deles difícil, muitos originais e outros tantos entediantes. A originalidade de Ib não se atém apenas aos puzzles, entrentanto — diversos dos sustos que o jogo prega no jogador são, de fato, inesperados e, diga-se de passagem, bastante divertidos. Inimigos? Sim, muitos. Mas você não pode enfrentar nenhum deles — afinal de contas, você só tem nove anos! Então, sim, prepare-se para correr.

Bitchslapp’d!

A alma de Ib é, entretanto, não a jogabilidade, mas a história e as personagens. Logo você vai encontrar pessoas que, assim como você, estavam na galeria e foram sugadas para dentro do quadro e, consequentemente, para dentro do universo do autor. A relação que você manter com essas pessoas é o que vai definir o destino de Ib. Muitas vezes, durante o diálogo, você terá a opção de escolher o que Ib deve ou não deve dizer — são as decisões que você tomar nessas horas que definirão qual dos cinco finais você conseguirá ao concluir o jogo. Essas personagens, surpreendentemente dimensionais e interessantes, tecem uma trama de charme singular; é mais do que recomendável que você consiga todos os finais possíveis, o que torna-se muito mais fácil se você fizer uso de todos os slots de save disponíveis.

De olhos vermelhos, de pelo branquinho…

Simples, rápido e recompensador, Ib não deixa a desejar. Pode não ser um jogo para todos, mas agrada bem a quem quer agradar. Além disso, é curto e muito acessível: motivos para jogar não faltam, se não apenas como uma experiência diferente. Para uma experiência mais enriquecedora, recomendo uma ambientação apropriada; fones de ouvido, luzes apagadas e às altas horas da noite — assim, dificilmente não sentirá aquele friozinho na barriga que só uma boa história de terror proporciona.

Para jogar, faça o download do jogo no seguinte website:

http://vgboy.dabomstew.com/other/ib.htm

por Rika

Asdfgtestae

Neruki-Ya…do japonês Neru de “dormir”, Ki de “chi” como em “disposição”, resumindo: um lugar para relaxar. Esta é a definição da Rika para o nome do blog, já que “Kire-ya” seria algo como “casa de corte” que é homônimo de bonito, além de faltar um U e N ficaria parecendo um hotsite de açougue e bem, Yune simplesmente achou que “Puella Beati” (menina feliz) não daria certo…
Um blog criado por dois amigos que pretendem transformar o tédio e a breve melancolia em algo criativo e divertido ou simplismente um playground para surtos literários, cômicos ou sérios que serão escritos ou descritos por uma humana e…um Yune. E o quê esperar disso tudo? bem, com o foco em jogos, cultura pop oriental e surtdiversão o Neruki-Ya é um lugar onde os leitores podem se relaxar lendo sobre animês, mangás, games e coisas nerds inusitadas e quem sabe algo realmente sério sobre alguma notícia ou atualidade, tudo proporcionado pelos dois autores humanos e yunes que tentarão manter esse lugar atualizado e organizado.

-Eu.

Muito prazer! ~ Eu sou a Rika, e espero que me tratem bem daqui em diante. Esse blog é um amontoado de nerdisses e otaquisses; de games a animês, tentaremos cobrir uma diversidade de assuntos interessantes! Esperamos que a leitura de nossos posts proporcione para nosso leitor algumas risadas. Tentarei fazer com que todos sintam-se relaxados e acolhidos, portanto, não exitem em entrar em contato! Infelizmente não posso me dedicar integralmente ao blog por indisponibilidade de horário, mas tentarei ser o mais ativa o possível. Não puxem muito a minha orelha, ok? ~ Vou me esforçar bastante!!

-Rika.